Além do Gênero

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Mulheres já são mais de 50% dos novos empreendedores.

 19/03/2008 – 14:41 h

“Mulheres já são mais de 50% dos novos empreendedores.

As mulheres estão conquistando espaço no universo empresarial do País. Pela primeira vez desde 2001, o porcentual de mulheres que abriram a sua própria empresa passou o dos homens – em 2007, as brasileiras representavam 52% dos empreendedores adultos (18 a 64 anos) no Brasil. Há sete anos, os homens respondiam por 71% das atividades empresariais, contra apenas 29% das mulheres, segundo estudo Global Entrepreneurship Monitor (GEM).

O levantamento, divulgado hoje pelo Sebrae Nacional e pelo Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade (IBQP), mostrou também que, embora a taxa de empreendedorismo feminino esteja crescendo, a necessidade ainda é fator marcante de motivação para a mulher iniciar um empreendimento. Enquanto 38% dos homens empreendem por necessidade, essa proporção aumenta para 63% para as mulheres.

Para o diretor-técnico do Sebrae Nacional, Luiz Carlos Barboza, as mulheres têm conquistado espaço não só no mundo dos negócios, como também em todos os campos da atividade humana. “Também poderemos assistir nos próximos anos uma diminuição do empreendedorismo por necessidade entre as mulheres, principalmente porque elas têm mais escolaridade e, assim, podem se preparar mais antes de abrir uma empresa”, afirmou.

Comércio

O comércio varejista foi o setor que mais concentrou atividades femininas no ano passado, 37%, com destaque para artigos de vestuário e complementos. A presença da mulher também é maior na indústria de transformação (27%), principalmente nas confecções, fabricação de produtos alimentícios, fabricação de malas, bolsas, e na atividade de alojamento e alimentação (14%).

O estudo revelou que em 2007 a mulher superou a participação do homem nos empreendimentos de estágio nascente (53%) e nos empreendimentos novos (52%), porém, é minoria nos empreendimentos estabelecidos (38% contra 62%). Segundo a pesquisa, esses últimos resultados mostram que a “entrada mais recente da mulher na atividade empreendedora pode ser uma barreira para transformar seu empreendimento em uma atividade consolidada no mercado”.”

Fonte: atarde.com.br

Programa Pró-Equidade de Gênero.

Notícia publicada dia 12/03/2008:

“Imprensa Nacional adere ao Programa Pró-Equidade de Gênero.

O anúncio foi feito ontem pelo presidente da instituição durante as comemorações ao Dia Internacional da Mulher.

A Imprensa Nacional (IN) anunciou ontem (11/03) a adesão ao Programa Pró-Eqüidade de Gênero, da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM/PR). O diretor-geral, Fernando Tolentino, entregou à ministra da SPM, Nilcéa Freire, o termo de adesão ao programa, durante o seminário “A Mulher no Serviço Público”, promovido pela instituição, em comemoração ao Dia Internacional da Mulher e como parte das celebrações do bicentenário da Imprensa Nacional.“Muito embora pareça um benefício para as mulheres, o Pró-Eqüidade de Gênero muda a dinâmica de relacionamento entre homens e mulheres no ambiente de trabalho. O programa agrega valor à empresa”, destacou a ministra Nilcéa Freire, durante sua participação do seminário. Além da ministra, participaram do evento a deputada federal e líder da Bancada Feminina na Câmara dos Deputados, Sandra Rosado e a professora da Escola Nacional de Administração Pública, Tânia Fontenele. Na ocasião, o diretor-geral da IN também anunciou a criação imediata do Comitê Pró-Eqüidade de Gênero, grupo composto por homens e mulheres, para iniciar as discussões sobre o programa.

Nilcéa apresentou o II Plano Nacional de Políticas para as Mulheres (II PNPM) aos servidores da Imprensa Nacional. Ela destacou a necessidade de políticas públicas para a promoção da igualdade entre homens e mulheres na sociedade. “Hoje temos mais de 40% de mulheres chefiando suas famílias. Deste universo, 90% delas chefiam suas casas sozinhas”. A ministra lembrou, ainda, que atualmente homens e mulheres são responsáveis pela produção de bens e serviços para o mercado. Portanto, segundo ela, a responsabilidade de cuidar da casa deve ser de ambos, e o Estado, assim como as empresas, devem oferecer oportunidades iguais para homens e mulheres.

Nilcéa explicou que o Programa Pró-Eqüidade de Gênero lançado em 2005, inicialmente, destinou-se exclusivamente às empresas públicas. Já a sua segunda edição 2006/2007 atende não só as empresa públicas, mas também às da iniciativa privada. Ela lembrou que o programa é uma das 394 ações do II PNPM.”

Na íntegra: Presidencia.gov.br