Além do Gênero

Tag: mulheres

Homem inflável.

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“De acordo com a  Reuters, uma seguradora automóvel britânica – Sheilas’ Wheels – lançou recentemente um novo “gadget” destinado às mulheres que não se sentem seguras quando conduzem sozinhas à noite: um homem inflável, cujo objetivo é dar a entender que a condutora está acompanhada.

“According to research by the inflatable friend’s creator, insurer Sheilas’ Wheels, 82 percent of women feel safer with someone sitting in the car beside them and nearly a half don’t like driving alone in the dark.””

Se funcionará, não sei. 71% das 500 mulheres inquiridas pela companhia de seguros já foram assediadas ou intimidadas quando viajavam de carro sozinhas.

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Coletivo Feminista.

Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde: http://www.mulheres.org.br

O Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde é uma Organização Não Governamental que desenvolve, desde 1985, um trabalho de atenção primária à saúde da mulher com uma perspectiva feminista e humanizada.

Inspirado pela experiência feminista internacional, o método utilizado é o da crítica ao modelo médico clássico da gineco-obstetrícia. Nosso modelo vem propondo uma ‘medicina suave’ – dos tratamentos naturais e menos agressivos – e de preocupação com o conhecimento do corpo como um dos elementos centrais para a saúde. A mulher/usuária é percebida como um indivíduo, o sujeito da ação de saúde, capaz de entender, decidir e cuidar do próprio corpo e da própria vida.

Os serviços oferecidos pelo Coletivo incluem:
– O Disk-Saúde, onde a mulher pode tirar dúvidas gratuitamente, por telefone, sobre as questões ligadas à saúde, violência, sexualidade, direitos, etc..
– As consultas de saúde e ginecológicas, pré-natal, etc..
– Atendimento psicológico
– Atendimento e informações para situações de violência doméstica, sexual, racial, etc..
– Acervo de livros, vídeos e material educativo na área de saúde da mulher
– Convênio com prefeituras e secretarias para treinamento na área de atendimento à violência, anticoncepção, saúde sexual, entre outros.

Neste site você vai encontrar, além de artigos, bibliografia e links interessantes selecionados pelo Coletivo, nossos sites temáticos sobre VIOLÊNCIA, SAÚDE E DIREITOS HUMANOS, sobre SAÚDE SEXUAL (Fique Amiga Dela), sobre Medicina Doce e sobre Humanização do PARTO e Nascimento.

O Coletivo é uma casa aberta à comunidade. Venha nos conhecer

Por uma vida sem violência.

“SPM e Fórum Feminista de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres lançam DVD “Por uma vida sem violência”.
25/03/2008 – 11:25

O DVD é sobre o ato show realizado no Canecão (RJ), em 2007, no âmbito da Campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres

“Por uma vida sem violência – ao vivo” é o nome do DVD que a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM/PR) e o Fórum Feminista de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres/ SP lançam, nesta quarta-feira (26/3), às 17h, em São Paulo, no auditório Prof. Dr. João Yunes, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP).

O DVD é sobre o ato show realizado no Canecão (RJ), no dia 26 de novembro de 2007, no âmbito da Campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres que teve como tema central a comemoração do primeiro ano de vigência da Lei Maria da Penha.

Nesse show, cantoras, atrizes e atores, emprestaram, generosamente, seu talento para protestar contra a violência doméstica e familiar vivenciada até hoje por milhares de mulheres brasileiras. Importantes participações como o de Alcione, Elba Ramalho, Elisa Lucinda, Lenine, Margareth Menezes, Renata Sorrah, entre outras, deram o tom do evento, promovido pela SPM, Ministério da Cultura, Secretaria de Ação Social e Direitos Humanos do Estado do Rio de Janeiro, Petrobras, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento da Mulher (UNIFEM) e Agende – ações em Gênero, Cidadania e Desenvolvimento.

No lançamento de amanhã estão confirmadas as presenças da ministra da SPM, Nilcéa Freire, da vice-diretora do UNIFEM, Junia Puglia, da coordenadora da Campanha dos 16 Dias, Marlene Libardoni, além de representantes dos governos do Estado de São Paulo e de prefeituras, de conselhos municipais da mulher e do Estado de São Paulo; das coordenadorias municipais de mulheres; do Ministério Público Estadual; da Defensoria Pública; das universidades, dos movimentos de mulheres e feministas; de direitos humanos e do movimento negro.

No lançamento será apresentada a versão compacta do DVD, com duração de 10 minutos. A versão integral tem a duração de 2 horas e 15 minutos e foi produzida com o patrocínio da Petrobras. Posteriormente ao lançamento, o DVD será distribuído às organizações parceiras no enfrentamento à violência contra as mulheres e aos organismos governamentais estaduais e municipais de políticas para as mulheres.”

Fonte: Presidencia.gov.br

Mulheres já são mais de 50% dos novos empreendedores.

 19/03/2008 – 14:41 h

“Mulheres já são mais de 50% dos novos empreendedores.

As mulheres estão conquistando espaço no universo empresarial do País. Pela primeira vez desde 2001, o porcentual de mulheres que abriram a sua própria empresa passou o dos homens – em 2007, as brasileiras representavam 52% dos empreendedores adultos (18 a 64 anos) no Brasil. Há sete anos, os homens respondiam por 71% das atividades empresariais, contra apenas 29% das mulheres, segundo estudo Global Entrepreneurship Monitor (GEM).

O levantamento, divulgado hoje pelo Sebrae Nacional e pelo Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade (IBQP), mostrou também que, embora a taxa de empreendedorismo feminino esteja crescendo, a necessidade ainda é fator marcante de motivação para a mulher iniciar um empreendimento. Enquanto 38% dos homens empreendem por necessidade, essa proporção aumenta para 63% para as mulheres.

Para o diretor-técnico do Sebrae Nacional, Luiz Carlos Barboza, as mulheres têm conquistado espaço não só no mundo dos negócios, como também em todos os campos da atividade humana. “Também poderemos assistir nos próximos anos uma diminuição do empreendedorismo por necessidade entre as mulheres, principalmente porque elas têm mais escolaridade e, assim, podem se preparar mais antes de abrir uma empresa”, afirmou.

Comércio

O comércio varejista foi o setor que mais concentrou atividades femininas no ano passado, 37%, com destaque para artigos de vestuário e complementos. A presença da mulher também é maior na indústria de transformação (27%), principalmente nas confecções, fabricação de produtos alimentícios, fabricação de malas, bolsas, e na atividade de alojamento e alimentação (14%).

O estudo revelou que em 2007 a mulher superou a participação do homem nos empreendimentos de estágio nascente (53%) e nos empreendimentos novos (52%), porém, é minoria nos empreendimentos estabelecidos (38% contra 62%). Segundo a pesquisa, esses últimos resultados mostram que a “entrada mais recente da mulher na atividade empreendedora pode ser uma barreira para transformar seu empreendimento em uma atividade consolidada no mercado”.”

Fonte: atarde.com.br

Direitos das mulheres.

“Nilcéa e José Múcio se reúnem com bancada feminina para discutir direitos das mulheres.
18/03/2008 – 18:02

Os principais pontos discutidos foram aposentadoria das donas de casa, licença-maternidade, direitos das trabalhadoras domésticas e orçamento

A bancada feminina do Congresso Nacional se reuniu ontem à tarde com a ministra da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM), Nilcéa Freire, e com o ministro da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), José Múcio Monteiro, para discutir o encaminhamento das reivindicações feitas pelas parlamentares durante a Semana da Mulher.

A proposta desse encontro foi construída entre a SPM, a SRI e a bancada feminina e surgiu a partir da entrega de um documento ao presidente Lula pelas parlamentares, no último dia 05 de março. As principais reivindicações do documento são: implementar as ações do II Plano Nacional de Políticas para as Mulheres, contempladas no PPA 2008-2011, priorizar a implementação da Lei Maria da Penha, reconhecer para fins de aposentadoria o trabalho das donas de casa, equiparar direitos dos trabalhadores domésticos aos direitos previstos na CLT, expandir o programa habitacional para trabalhadores domésticos e rurais, reforçar a rede de proteção às vítimas de violência doméstica entre outras.

Além da ministra Nilcéa Freire e do ministro José Múcio, participaram da reunião as coordenadoras da bancada feminina na Câmara, Sandra Rosado, no Senado, Serys Slhessarenko, as deputadas Bel Mesquita, Alice Portugal, Gorete Pereira, Maria Helena, Perpétua Almeida, Jô Moraes, e a senadora Roseana Sarney.”

Fonte: Presidencia.gov.br

Outro panfleto.

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Quem quiser ver o outro panfleto já postado, clique aqui.

Fonte: lfcc.on.ca

Feministas e felizes.

“O termo “feminista” muitas vezes é visto como pejorativo. No entanto, uma pesquisa da publicação acadêmica “Sex Roles” acaba de trazer à tona um lado positivo: as relações feministas tendem a ser mais românticas e felizes. De acordo com o estudo divulgado este mês, é errado pensar que as mulheres que lutam por ser direitos brigam mais com seus parceiros.

As psicólogas Laurie Rudman e Julie Phelan, da Universidade Rutgers (EUA) entrevistaram 531 pessoas, entre estudantes e adultos jovens. A conclusão é que um casal alinhado com os ideais feministas tem mais chance de ter um relacionamento de qualidade. Ao mesmo tempo que as mulheres se sentem mais seguras, os homens percebem que elas se tornam mais tranqüilas. A felicidade também se manifesta na satisfação sexual.

Que mulheres auto-confiantes são menos carentes e mais companheiras, disso ninguém duvida. O que surpreende é que, ao contrário do que se pensava, os homens não estão se sentindo ameaçados: eles aprenderam a ver as vantagens! Sinal dos tempos? Com certeza.”

Fonte: feminice.com.br

Informações para mães que deixaram um relacionamento abusivo.

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O site sugere a impressão do panfleto para uso no seu trabalho com mulheres.

Lei Maria da Penha terá direito à indenização.

“Após anos de luta, Maria da Penha terá direito à indenização
14/03/2008 – 15:37

O Brasil tardou 20 anos para punir o agressor. Pela demora, o País foi condenado em 2001 pela OEA.

Depois de lutar quase 20 anos pela condenação do ex-marido, a farmacêutica Maria da Penha, 63 anos, – símbolo da Lei 11.340/06 (Lei de Violência doméstica e Familiar Contra a Mulher) – poderá receber indenização de R$ 60 mil do Estado do Ceará. A proposta de indenização foi encaminhada pelo governo cearense à Assembléia Legislativa do Ceará, e deve ser votada hoje (14/03).

Em 2001, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da Organização dos Estados Americanos (OEA) condenou o Brasil a pagar uma indenização de US$ 20 mil para Maria da Penha, valor que foi corrigido na proposta do Governo do Ceará.

Desde junho de 2005, as providências para a reparação e a possível indenização financeira estavam sendo discutidas pela ministra Nilcéa Freire, da Secretaria Especial de Políticas para as mulheres e pelo então governador cearense, Lúcio Alcântara. Somente agora, o atual governador, Cid Gomes decidiu cumprir a recomendação da OEA.

“Sinto-me recompensada não pelo valor da indenização, mas pelos avanços que minha história proporcionou à legislação brasileira”, disse a farmacêutica.  “Vejo como muito positivo o reconhecimento do governo estadual da condenação do Brasil pela Organização dos Estados Americanos (OEA), que considerou que houve realmente uma falha do Estado e isso está sendo reconhecido, o que não aconteceu na administração anterior”, agradeceu.

Lei Maria da Penha

Tudo começou em maio de 1983, quando simulando um assalto seu então marido, o economista colombiano Marco Antonio Heredia Viveros, lhe deu dois tiros, enquanto dormia, e lhe deixou paraplégica. Depois disso, Viveros ainda tentou assassiná-la por eletrocução. A partir desse episódio, foram anos de luta. Em 2006, a Lei foi aprovada por unanimidade no Congresso Nacional e sancionada, em 7 de agosto do mesmo ano, pelo presidente Lula.

Considerada um marco legal para a efetivação dos direitos das mulheres, a Lei Maria da Penha tipifica a violência doméstica e familiar como crime, institui medidas protetivas de urgência, por exemplo, o afastamento do agressor do lar, determina a criação de Juizados ou Varas de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, com competência cível e criminal, entre outros.”

Fonte: Presidencia.gov.br

Fonte dos Desejos (?).

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Ai, ai, ai..