Além do Gênero

Tag: feminista

Feministas.

formas.jpg

Feminista, substantivo, 2 gêneros, pessoa que acredita na igualdade de direitos entre as mulheres e os homens.

Ao contrário do que se pensa e se diz por aí, para ser feminista não é necessário ter vagina, odiar decotes ou sutiãs, odiar maquiar-se ou fazer depilação, odiar os homens, odiar a beleza (feminina ou masculina), odiar o sexo.

Basta acreditar que mulheres e homens merecem igual respeito, credibilidade, poder, espaço e que ninguém, mulher ou homem, deve ver as suas escolhas e oportunidades condicionadas por causa do seu sexo. As pessoas que acreditam nisto e que o praticam na sua vida cotidiana são de todas as formas e feitios. E ainda bem…

Anúncios

Coletivo Feminista.

Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde: http://www.mulheres.org.br

O Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde é uma Organização Não Governamental que desenvolve, desde 1985, um trabalho de atenção primária à saúde da mulher com uma perspectiva feminista e humanizada.

Inspirado pela experiência feminista internacional, o método utilizado é o da crítica ao modelo médico clássico da gineco-obstetrícia. Nosso modelo vem propondo uma ‘medicina suave’ – dos tratamentos naturais e menos agressivos – e de preocupação com o conhecimento do corpo como um dos elementos centrais para a saúde. A mulher/usuária é percebida como um indivíduo, o sujeito da ação de saúde, capaz de entender, decidir e cuidar do próprio corpo e da própria vida.

Os serviços oferecidos pelo Coletivo incluem:
– O Disk-Saúde, onde a mulher pode tirar dúvidas gratuitamente, por telefone, sobre as questões ligadas à saúde, violência, sexualidade, direitos, etc..
– As consultas de saúde e ginecológicas, pré-natal, etc..
– Atendimento psicológico
– Atendimento e informações para situações de violência doméstica, sexual, racial, etc..
– Acervo de livros, vídeos e material educativo na área de saúde da mulher
– Convênio com prefeituras e secretarias para treinamento na área de atendimento à violência, anticoncepção, saúde sexual, entre outros.

Neste site você vai encontrar, além de artigos, bibliografia e links interessantes selecionados pelo Coletivo, nossos sites temáticos sobre VIOLÊNCIA, SAÚDE E DIREITOS HUMANOS, sobre SAÚDE SEXUAL (Fique Amiga Dela), sobre Medicina Doce e sobre Humanização do PARTO e Nascimento.

O Coletivo é uma casa aberta à comunidade. Venha nos conhecer

Por uma vida sem violência.

“SPM e Fórum Feminista de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres lançam DVD “Por uma vida sem violência”.
25/03/2008 – 11:25

O DVD é sobre o ato show realizado no Canecão (RJ), em 2007, no âmbito da Campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres

“Por uma vida sem violência – ao vivo” é o nome do DVD que a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM/PR) e o Fórum Feminista de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres/ SP lançam, nesta quarta-feira (26/3), às 17h, em São Paulo, no auditório Prof. Dr. João Yunes, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP).

O DVD é sobre o ato show realizado no Canecão (RJ), no dia 26 de novembro de 2007, no âmbito da Campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres que teve como tema central a comemoração do primeiro ano de vigência da Lei Maria da Penha.

Nesse show, cantoras, atrizes e atores, emprestaram, generosamente, seu talento para protestar contra a violência doméstica e familiar vivenciada até hoje por milhares de mulheres brasileiras. Importantes participações como o de Alcione, Elba Ramalho, Elisa Lucinda, Lenine, Margareth Menezes, Renata Sorrah, entre outras, deram o tom do evento, promovido pela SPM, Ministério da Cultura, Secretaria de Ação Social e Direitos Humanos do Estado do Rio de Janeiro, Petrobras, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento da Mulher (UNIFEM) e Agende – ações em Gênero, Cidadania e Desenvolvimento.

No lançamento de amanhã estão confirmadas as presenças da ministra da SPM, Nilcéa Freire, da vice-diretora do UNIFEM, Junia Puglia, da coordenadora da Campanha dos 16 Dias, Marlene Libardoni, além de representantes dos governos do Estado de São Paulo e de prefeituras, de conselhos municipais da mulher e do Estado de São Paulo; das coordenadorias municipais de mulheres; do Ministério Público Estadual; da Defensoria Pública; das universidades, dos movimentos de mulheres e feministas; de direitos humanos e do movimento negro.

No lançamento será apresentada a versão compacta do DVD, com duração de 10 minutos. A versão integral tem a duração de 2 horas e 15 minutos e foi produzida com o patrocínio da Petrobras. Posteriormente ao lançamento, o DVD será distribuído às organizações parceiras no enfrentamento à violência contra as mulheres e aos organismos governamentais estaduais e municipais de políticas para as mulheres.”

Fonte: Presidencia.gov.br

Feministas e felizes.

“O termo “feminista” muitas vezes é visto como pejorativo. No entanto, uma pesquisa da publicação acadêmica “Sex Roles” acaba de trazer à tona um lado positivo: as relações feministas tendem a ser mais românticas e felizes. De acordo com o estudo divulgado este mês, é errado pensar que as mulheres que lutam por ser direitos brigam mais com seus parceiros.

As psicólogas Laurie Rudman e Julie Phelan, da Universidade Rutgers (EUA) entrevistaram 531 pessoas, entre estudantes e adultos jovens. A conclusão é que um casal alinhado com os ideais feministas tem mais chance de ter um relacionamento de qualidade. Ao mesmo tempo que as mulheres se sentem mais seguras, os homens percebem que elas se tornam mais tranqüilas. A felicidade também se manifesta na satisfação sexual.

Que mulheres auto-confiantes são menos carentes e mais companheiras, disso ninguém duvida. O que surpreende é que, ao contrário do que se pensava, os homens não estão se sentindo ameaçados: eles aprenderam a ver as vantagens! Sinal dos tempos? Com certeza.”

Fonte: feminice.com.br

Sensacional!

where_is_my_dinner.gif 

Ele: “Where’s my dinner?”
Ela: “It must be around somewhere, dear, where did you last see it?”

Tradução:  

Ele: “Cadê meu jantar?”
Ela: “Deve estar por aí, em algum lugar, querido, aonde foi a última vez que você o viu?”

🙂

Rosie, ícone cultural e feminista nos EUA:

rosie_the_riveter.jpg

Quando os EUA entraram na Segunda Guerra Mundial, em dezembro de 1941, e os homens foram enviados para a linha de frente, ficou a questão: “quem iria trabalhar nas fábricas, principalmente produzindo material bélico?”.

Para satisfazer essa necessidade emergencial de mão de obra, o governo americano passou a convocar as mulheres que, até então, eram estimuladas a ficar em casa, cuidando dos filhos e esperando o marido chegar do trabalho.

“Rosie, the Riveter” foi criada como um personagem de campanha para convencer as mulheres a dar a sua contribuição à guerra. Em 1940, apenas 10%, das mulheres que trabalhavam, estavam em fábricas. Em 1944, esse tipo de emprego já representava 30%. Apesar do salário ser desigual (a média de salário de um homem trabalhando numa fábrica, na guerra, era de U$54.65 por semana, enquanto que as mulheres recebiam apenas U$31.21, pelo mesmo trabalho) e com péssimas condições de trabalho, muitas mulheres cederam ao apelo de “Rosie”, que as convenceu que entrar no mercado de trabalho seria um “dever patriótico”.

Em 1942, somente entre os meses de janeiro e julho, estima-se que a proporção de empregos “aceitáveis para as mulheres” nos EUA aumentou de 29 para 55%. Em 1945, uma em cada três trabalhadores era uma mulher. Com o fim da guerra, e a volta dos homens ao país, a expectativa era que todas as mulheres “devolvessem” seus empregos, automaticamente.

Muitas “Rosies” voltaram pra casa, mas muitas outras, e as suas gerações seguintes, perceberam que o trabalho em fábricas era uma possibilidade para as mulheres e se recusaram a desistir do seu salário (ainda que pequeno) para voltar a cozinhar tortas de maçã pros maridos e filhos.

De todos os cartazes utilizados na campanha de guerra, o mais famoso é o de “Rosie, the Riveter”, que diz “We Can Do It” (“Nós podemos fazê-lo”), que teve como modelo Geraldine Doyle, uma operária de 19 anos, de uma fábrica de Michigan, em 1942 e virou símbolo do movimento feminista em todo mundo!