Além do Gênero

Tag: direitos

Coletivo Feminista.

Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde: http://www.mulheres.org.br

O Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde é uma Organização Não Governamental que desenvolve, desde 1985, um trabalho de atenção primária à saúde da mulher com uma perspectiva feminista e humanizada.

Inspirado pela experiência feminista internacional, o método utilizado é o da crítica ao modelo médico clássico da gineco-obstetrícia. Nosso modelo vem propondo uma ‘medicina suave’ – dos tratamentos naturais e menos agressivos – e de preocupação com o conhecimento do corpo como um dos elementos centrais para a saúde. A mulher/usuária é percebida como um indivíduo, o sujeito da ação de saúde, capaz de entender, decidir e cuidar do próprio corpo e da própria vida.

Os serviços oferecidos pelo Coletivo incluem:
– O Disk-Saúde, onde a mulher pode tirar dúvidas gratuitamente, por telefone, sobre as questões ligadas à saúde, violência, sexualidade, direitos, etc..
– As consultas de saúde e ginecológicas, pré-natal, etc..
– Atendimento psicológico
– Atendimento e informações para situações de violência doméstica, sexual, racial, etc..
– Acervo de livros, vídeos e material educativo na área de saúde da mulher
– Convênio com prefeituras e secretarias para treinamento na área de atendimento à violência, anticoncepção, saúde sexual, entre outros.

Neste site você vai encontrar, além de artigos, bibliografia e links interessantes selecionados pelo Coletivo, nossos sites temáticos sobre VIOLÊNCIA, SAÚDE E DIREITOS HUMANOS, sobre SAÚDE SEXUAL (Fique Amiga Dela), sobre Medicina Doce e sobre Humanização do PARTO e Nascimento.

O Coletivo é uma casa aberta à comunidade. Venha nos conhecer

Direitos das mulheres.

“Nilcéa e José Múcio se reúnem com bancada feminina para discutir direitos das mulheres.
18/03/2008 – 18:02

Os principais pontos discutidos foram aposentadoria das donas de casa, licença-maternidade, direitos das trabalhadoras domésticas e orçamento

A bancada feminina do Congresso Nacional se reuniu ontem à tarde com a ministra da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM), Nilcéa Freire, e com o ministro da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), José Múcio Monteiro, para discutir o encaminhamento das reivindicações feitas pelas parlamentares durante a Semana da Mulher.

A proposta desse encontro foi construída entre a SPM, a SRI e a bancada feminina e surgiu a partir da entrega de um documento ao presidente Lula pelas parlamentares, no último dia 05 de março. As principais reivindicações do documento são: implementar as ações do II Plano Nacional de Políticas para as Mulheres, contempladas no PPA 2008-2011, priorizar a implementação da Lei Maria da Penha, reconhecer para fins de aposentadoria o trabalho das donas de casa, equiparar direitos dos trabalhadores domésticos aos direitos previstos na CLT, expandir o programa habitacional para trabalhadores domésticos e rurais, reforçar a rede de proteção às vítimas de violência doméstica entre outras.

Além da ministra Nilcéa Freire e do ministro José Múcio, participaram da reunião as coordenadoras da bancada feminina na Câmara, Sandra Rosado, no Senado, Serys Slhessarenko, as deputadas Bel Mesquita, Alice Portugal, Gorete Pereira, Maria Helena, Perpétua Almeida, Jô Moraes, e a senadora Roseana Sarney.”

Fonte: Presidencia.gov.br

Homens pelo fim da violência contra a Mulher.

Campanha brasileira do Laço Branco.

“A Campanha Brasileira do Laço Branco tem o objetivo de sensibilizar, envolver e mobilizar os homens no engajamento pelo fim da violência contra a mulher. Suas atividades são desenvolvidas em consonância com as ações dos movimentos organizados de mulheres e de outras representações sociais que buscam promover a eqüidade de gênero , através de ações em saúde, educação, trabalho, ação social, justiça, segurança pública e direitos humanos. “

Quem quiser saber mais, entre no site da campanha.

Ipas.

Ipas

“O Ipas é uma organização não-governamental internacional que trabalha há três décadas com os objetivos de reduzir o número de mortes e danos físicos associados a abortamentos; expandir a capacidade da mulher no exercício de seus direitos de natureza sexual e reprodutiva; e melhorar as condições de acesso a servIiços de saúde associados à reprodução, inclusive aos serviços de abortamento legal em condições adequadas (aborto seguro). Entre os programas desenvolvidos pelo Ipas em âmbito global e nacional, podemos citar programas de treinamento, pesquisa, advocacia, distribuição de tecnologias relativas à saúde reprodutiva e programas de informação e divulgação.”

Mais informações no site do Ipas.